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Beber Leite: Sim ou Não?

Afinal Beber Leite faz bem à saúde ou é algo dispensável? Descobre o porquê, que tipos de leite existem e como fazer escolhas mais naturais.

Beber Leite Sim ou Não


Nas últimas décadas, o leite tem assumido um lugar de destaque na alimentação quotidiana.
Quem não se lembra do leite quente antes de dormir, aquele quentinho aconchegante como prelúdio de um sono descansado. As associações do leite à amamentação, à mãe, ao Natal, à saúde e a tantas emoções calorosas, colocaram o leite num patamar psicológico quase inquestionável…

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Poder de uma associação.jpg

Afinal beber leite de vaca é algo nutritivo, rico em proteínas, Cálcio, Vitamina B12, vitamina D e até contém ácido rumênico (vem de animais de ruminação) que é anti-cancerígeno.
Mas será que é tão linear assim?
Vem comigo.

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A minha experiência

Pessoalmente, nem sempre bebi leite de vaca…
Por ter tido asma, durante 13 anos bebi leite de soja, ainda na altura em que o leite de soja era bem agreste de sabor. Mas, enfim, cumpria com a sua função de fornecer cálcio, sem piorar a asma.
A asma passou com a mudança de idade, mas só a partir dos 23 anos é que deixei de consumir leite de soja, ao descobrir que podia beber leite de vaca sem lactose, uma vez que não dificultava a digestão.

Contudo um dia, alguém disse-me: Olha, beber Leite faz mal.
Como assim?! Mal?! Então os médicos dizem que faz tão bem! Que precisamos beber para ficar com ossos fortes. Com saúde! E sei lá mais o quê…

Esta foi mais ou menos a minha reação inicial… Até que comecei a ver a informação com mais atenção… Afinal era um médico, falando de outros médicos… E depois Harvard retira o leite dos alimentos aconselhados… Bom, valia a pena explorar um bocadinho mais sobre o porquê do leite ser prejudicial…

Ok, 1º ponto compreendi, as associações psicológicas têm muita força, o facto de ouvir anos a fio os médicos indicarem o consumo de leite influi muito e os anúncios publicitários repetidos pelo menos 6 vezes já produzem um registo no inconsciente (imagina a quantidade de vezes que vemos o mesmo anúncio num ano). Então cada vez que bebia, leite conectava-me inconscientemente com as emoções associadas a ele.

A seguir veio a parte mais prática: os factos, a informação sobre a constituição do leite de hoje e o porquê de ser mais prejudicial.

Beber Leite cru, pasteurizado, UHT ou esterilizado?

Antigamente, o leite de vaca era consumido cru e consequentemente mantinha todos os nutrientes e lactobacilos, contribuindo para a microbiota intestinal.
As vacas viviam por 20 anos e produziam 4 a 5 lt de leite por dia.

Hoje: a maioria do leite de vaca é pasteurizado ou ultrapasteurizado, o que o tornou num alimento desnutrido e estéril, além de poder conter conservantes e outras substâncias.
As vacas vivem por apenas 6 anos e produzem cerca de 50 lt de leite por dia. Após esses 6 anos geralmente são levadas para abate.

Conforme os níveis de contaminação do leite, o tratamento térmico é diferente, ou seja, para níveis:

  • normais o leite é pasteurizado ou ultrapasteurizado (UHT).
  • muito elevados, o leite é esterilizado.


Se quiseres saber mais, consulta um excerto dum artigo deste site sobre a diferença entre Pasteurização, Ultrapasteurização e Esterilização.

Logo o beber leite cru, que tenha tido os devidos cuidados, ou leite pasteurizado é bastante diferente do UHT e do esterilizado.

Porque a produção de leite aumentou 250% e as vacas vivem menos tempo?

Porque as vacas vivem menos

Para a maioria das vacas produzirem mais leite é necessário estarem grávidas. Tal implica inseminações artificiais mais regulares*.

* Nota pessoal: Esta informação foi transmitida muito de forma muito frugal pelo Dr. Lair Ribeiro. Todavia há indicações de que vacas leiteiras podem dar leite por um período considerável após o desmame, desde que continuem a ser ordenhadas devido à libertação de oxitoxina. Como nunca contactei com ninguém da área de produção de leite de vaca em larga escala, não sei responder com certeza sobre as práticas de produção. Isto é, se:

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  • retiram o bezerro à vaca aquando do nascimento para maximizar o aproveitamento do leite (se o fazem é deveras uma agressão descabida para o animal)
  • a quantidade de leite vai diminuindo com o passar do tempo (facto que poderá levar o produtor a inseminar artificialmente as vacas para garantir que a produção não decaia daí a uns meses).


Enquanto a vaca está grávida, há 33 vezes mais estrona no leite. A concentração de estrona no soro do leite varia conforme o estado da vaca:

  • se não estiver prenha: 30 pg/ml;
  • se prenha de 41 a 60 dias: 151 pg/ml;
  • se prenha de 220 a 240 dias: 1000 pg/ml (33x mais)


Desvantagens da estrona: é uma hormona cancerígena, ligada ao desenvolvimento de cancro de próstata, mama, útero, ovário, entre outros. Por conseguinte, o leite já sai ruim.

Quanto às vacas, como estão constantemente grávidas e a dar leite quase ininterruptamente, têm um enorme desgaste corporal que reduz a sua vida a apenas 6 anos em vez de 20.

Porém o leite também vem contaminado com outras substâncias…

Ingestão de toxinas e outras substâncias ao beber leite

Existe um processo chamado biomagnificação, ou seja, é um processo de concentração de uma substância. Então, imagina que os peixes sofrem de contaminação com mercúrio; o peixe pequeno tem um pouquinho, a seguir é comido por outro maior e assim sucessivamente; assim o peixe maior, que viveu mais e comeu mais, tem maior quantidade de mercúrio do que o primeiro.
Algo parecido acontece com o leite…

Leite Contaminado

Tipos de contaminantes no leite

O leite pode conter altos níveis de contaminação com:

  • perclorato: combustível de foguete – que cai na erva que a vaca come (ou nos ingredientes base da sua ração). O perclorato bloqueia a captação de iodo no corpo humano, criando problemas na tiróide;
  • retardantes de chama;
  • pesticidas – que funcionam como disruptores endócrinos;
  • antibióticos – devido à intensa ordenha, as vacas desenvolvem mastites, as quais são tratadas com antibióticos que vão para o leite. Como não deixam de ordenhá-la então o leite também terá pus – na Europa são permitidas 400.000 células de pus por cada ml de leite e no Brasil são permitidas 1.000.000 cel/ml;
  • substâncias radioativas;
  • metais;
  • bactérias que gostam de insulina, comem a insulina e destroem o pâncreas;
  • vitamina D: virou moda enriquecerem alimentos com vitamina D. Porém a vitamina usada é a D2 que é vegetal e de nada serve para o organismo;
  • altas concentrações hormonais :
    • 8 hormonas pituitárias;
    • 7 hormonas esteroidais;
    • 6 hormonas tiroidianas;
    • 11 fatores de crescimento (porque o bezerro tem de dobrar de tamanho em 47 dias. Isto significa que promove a proliferação de células, logo se estiver em ambiente propício também ajudará a multiplicar as células cancerígenas);
    • 59 hormonas bovinas que não existem no corpo humano.
  • hormona de crescimento bovino dada por alguns produtores a cada 10 dias para aumentar a produção de leite. Esta hormona passa para o leite, fazendo o efeito de reposição hormonal não-bio-idêntica (as mulheres em menopausa têm ótimos resultados com tratamento de reposição hormonal bio-idêntica, mas a não-bio-idêntica é desastrosa).

O problema da lactose, caseína e outras substâncias do leite

Caseína, Lactose e outras substâncias

Pelos vistos o nosso organismo, está projetado para deixar de consumir leite a partir dos 4-5 anos, podendo consumir até aos 9-10 anos de idade. Até 1 ano não pode consumir leite, pois o organismo não está preparado para lidar com a composição do leite de vaca, especialmente a caseína que pode causar morte súbita infantil por reações alérgicas.
Assim, a partir dos 9-10 anos, o corpo praticamente deixou de produzir a enzima lactase, responsável pela quebra da lactose em galactose e glicose. Sem essa enzima, surge a Intolerância à lactose que na prática é a inabilidade de transformar a lactose (açúcar do leite) em galactose e glicose.

Lactose e Lactase

Mas aí, a primeira coisa que vem à mente é, “Oh sempre há leite sem lactose”. Porém  mesmo que não se tenha problemas com a lactose, pode haver intolerância à galactose, o que tem sido bastante comum nos últimos anos.

Todavia a alergia ao leite é mais extensa do que se pensa, pois pode também ser causada por alergia à caseína, à beta lacto globulina (BLG), alfa lacto globulina (ALG), bovino gama globulina (BGG), bovino soro albumina (BSA), beta celulina (BTC), entre outras.

Quanto à caseína, o caso fica mais grave, pois esta proteína tem uma estrutura molecular semelhante a proteínas que existem no fígado e no pâncreas, uma vez que essas proteínas são compostas por grupos de aminoácidos parecidos. Então se o organismo cria um anticorpo contra a caseína, esse vai destruir a caseína e também atacar o fígado e o pâncreas, criando diabetes tipo 1 (diabetes juvenil). Tudo isto causado pelo que, na medicina, chamam de mimetismo molecular.

Ok, a composição do leite de vaca não é indicada para o ser humano, mas explica-me lá mais um bocadinho…

Porque beber Leite é inapropriado ao organismo humano

O leite de vaca tem 4 vezes mais proteínas do que o leite materno, tem menos hidratos de carbono, mais sódio, mais fósforo, muito mais cálcio e tem caseína (alergénica), lactose (intolerância) e proteínas lácteas (potencial alérgico). O objetivo desta composição é fazer o bezerro dobrar de tamanho em 47 dias, enquanto o ser humano dobra de tamanho em 180dias.
Ou seja, o leite de vaca tem uma composição adaptada ao crescimento bovino e desaconselhada ao organismo humano.

Cá entre nós, claro que se uma pessoa for beber leite, este vai alimentá-la. Todavia quando há hipótese de escolha, beber leite talvez não seja a escolha mais equilibrada.


Então e o Cálcio? O Cálcio! Desde sempre ouvi dizer que beber leite era a melhor fonte para obter cálcio.

O mito de beber Leite como fonte de cálcio

O leite tem muito cálcio, mas numa forma não absorvível pelo organismo, pois só 32% é absorvível. E ao ouvir isto pensa-se “32% mas isso já é bom!”… Contudo o que acontece aos outros 68% não absorvíveis?

Ora o cálcio ao entrar no organismo não sabe para onde ir e é aí que entra em ação uma “equipa de boas-vindas”:

  • aparece a vitamina K2 (K2 – MK7) que lhe diz “amigo vou levar-te à tua futura casa”… e leva o cálcio para os dentes e os ossos;
  • a Vitamina D3 diz “tu és VIP fica por cá”, isto é, faz com que o cálcio seja absorvido, ou seja, faz chegar mais cálcio ao sangue e vasa menos pela urina;
  • o Magnésio diz “apaixonámo-nos, vamos morar juntos”, pois é o magnésio que segura o cálcio ao osso.


No entanto, a relação de Cálcio/Magnésio ideal para este ser absorvido é de 2 para 1. No leite essa relação é de 10 para 1, facto que aumenta o risco de morte e reduz em 10 anos a vida da pessoa, seja pelo leite como pela suplementação de cálcio de forma isolada.

Logo se esta equipa não existir nas quantidades correctas, o Cálcio instala-se nas veias e artérias, endurecendo-as e aumentando a probabilidade de problemas cardíacos (veias endurecidas racham e quebram facilmente). Atualmente, a falta destas vitaminas é muito comum.

Sobre a Vitamina D3 e Magnésio

A vitamina D3 é uma super-aliada em qualquer processo do organismo e é anti-proliferativa, sendo anti-cancerígena.
Quanto ao Magnésio, este está, na sua maioria, acumulado nos ossos. Todavia ao suar ou ao envelhecer, essa reserva vai diminuindo. Como os solos estão empobrecidos, tornou-se necessária a suplementação para conseguir ter bons níveis deste mineral com inúmeros benefícios para a saúde.
Existem várias formas de magnésio, entre elas:

  • Cloreto de Magnésio PA (puro para análise) com maior ação nas partes moles do corpo. Nas ervanárias indicam Nigari, mas isso não é o cloreto de Mg PA;
  • Magnésio Dimalato, mais potente e com maior ação sobre as partes duras do corpo, como ossos.

Doenças associadas ao consumo de leite

Beber leite o que pode potenciar

Como já vimos, o leite é propício a gerar alergias e intolerâncias. É mucolítico (aumenta a produção de muco), inflamatório e proliferativo.

As doenças a ele associadas são artrite, dermatites, eczema, cólica, colite, enxaqueca (se tiver enxaquecas experimente retirar o leite por 15 dias para ver a diferença), dor nas costas, asma, rinite, sinusite, problemas respiratórios, acne, otites recorrentes, doenças neuro degenerativas (esclerose múltipla, esclerose lateral amiotrófica), Parkinson, outras doenças auto-imunes,  infertilidade, obesidade, cancros, autismo,perda intestinal de sangue, indigestão, diabetes em crianças (pelo mimetismo molecular), morte súbita em bébés por alergia ao leite, autismo,  esquizofrenia (a proteína beta casomorfina 7 existente no leite pode desencadear), osteoporose, doenças cardiovasculares, fragilização e fraturas nos ossos, entre outras.

Ao longo dos últimos anos têm surgido diversos estudos, contrapondo os alegados benefícios do leite e apontando os malefícios do seu consumo. Inclusive, a Escola de saúde de Harvard disse que mulheres que tomam 2 ou mais copos de leite por dia têm um aumento de 66% no risco de desenvolverem cancro de ovário.

Por outro lado, todos já ouvimos a enorme propaganda do beber leite para prevenir a osteoporose. Porém diversas as pesquisas têm revelado exatamente o contrário.
A taxa de osteoporose tem vindo a aumentar a par do aumento das taxas do consumo de leite. A osteoporose não é provocada por falta de cálcio e começa muito tempo antes de se manifestar. As causas mais comuns são álcool, tabagismo, açúcar, anorexia, hipertiroidismo, metais pesados, medicações, cafeína, flúor, inatividade física e histerectomia (pois os ovários deixam de produzir progesterona que protege contra a osteoporose).

Assim, o leite tende fragilizar os ossos e a gerar processos auto-imunes e alérgicos.

Diferença entre Leite A1 e A2

O seu nome deriva do tipo de beta-caseína nele existente.

Caseína A1 e A2

O leite A1 é o mais comum e é produzido por um conjunto de espécies de vacas que ao longo da sua evolução (há cerca de 5000 anos) sofreram uma alteração genética e o leite começou a ter a proteína beta-caseína A1, responsável pelas inúmeras alergias e intolerâncias.

Já o leite A2, produzido pelas vacas Gir PO (puro de origem) e outro gado zebuíno, é o único em que as vacas continuaram a produzir a beta-caseína A2 que não gera dor de cabeça, alergias e outras coisas tais, podendo ser consumido.

Vacas A1 e A2

Em Portugal todo o leite de vaca é A1. Porém, o leite de cabra e ovelha é do tipo A2.

No entanto, lá está… os leites dos animais estão adaptados às necessidades de crescimento dos bezerros, cabritos, etc, sendo que a partir de determinada idade todo o animal deixa de consumir leite. Aliás se derem leite a um novilho, este morre.

Onde obter leite de vaca A2? No Brasil é relativamente fácil pelo que me disseram. Em Portugal, não há nenhum, mas há lojas na Europa que vendem leite de vaca A2 de uma marca australiana A2 milk.

E os derivados do leite?

Ok o leite não é lá grande coisa, mas se, como eu, gostares dos derivados do leite, como queijo, chantilly, iogurte, etc Esta secção é para ti.
Afinal não se está constantemente a comer estes produtos na base diária, mas é bom saber como escolher os mais adequados.

Como escolher derivados do leite


No artigo Como escolher laticínios sem aditivos e mais naturais, encontras imensas dicas para te ajudar na hora de comprar laticínios.

Onde obter cálcio sem beber leite?

Da mesma forma que as vacas o obtêm: nas Folhas Verdes.
O cálcio das verduras tem maior biodisponibilidade de absorção do que o cálcio do leite.
Quanto mais verdes, maior a quantidade de cálcio. Então, além de incluir folhas verdes à refeição, pode fazer sumo verde que será uma ótima opção.

Para saberes mais sobre o Sumo verde de clorofila, consulta o artigo.

Como deixar de beber leite de vaca?

O que me ajudou muito, foi substituir o leite de vaca por leite de côco caseiro, o qual é super nutritivo e saudável. Continua-se a beber um líquido branquinho e quentinho, mas repleto de benefícios.
O sabor não é igual, mas na minha opinião tem um sabor muito agradável.

Além do Leite de côco caseiro, também há o leite de amêndoa e o de caju.


RESUMO


  • O leite de vaca, embora possa ser consumido, a sua composição não se adequa ao ser humano.
  • O leite tem muito cálcio, numa forma não absorvível pelo organismo (só 32% é absorvível).
    • O Cálcio para ser absorvido necessita de Magnésio, K2 e D3.
    • A relação de Cálcio/Magnésio ideal para ser absorvido é de 2 para 1. No leite essa relação é de 10 para 1, facto que aumenta o risco de morte e pode reduzir em 10 anos a vida da pessoa, seja pelo leite como pela suplementação de cálcio.
  • Leite tem altos níveis de estrona, outras hormonas bovinas e pode estar contaminado por diversas substâncias prejudiciais à saúde.
  • Causa alergias e intolerância pelas suas substâncias (lactose, galactose, caseína,…).
  • A Caseína tem uma estrutura molecular semelhante às proteínas que existem no fígado e no pâncreas. Então se o organismo pode criar um anticorpo contra a caseína, esse vai destruir a caseína e também atacar o fígado e o pâncreas, criando diabetes tipo 1 (diabetes juvenil).
  • É mucolítico, inflamatório e proliferativo, estando associado ao desenvolvimento de diversas doenças.
  • Não previne osteoporose.
  • O leite UHT é praticamente estéril, pois a ultrapasteurização destrói os nutrientes e vitaminas, transforma a lactose em beta-lactose (a qual é absorvida mais rapidamente e provoca fome mais cedo) e não elimina a presença de antibióticos.
  • Há o Leite A1 e o A2. O A2 não é inflamatório
  • Alternativas saudáveis:
    • Para obter Cálcio: consumir de Folhas Verdes – quanto mais verdes mais cálcio.
    • Para superar a ligação psicológica com o leite: leites vegetais caseiros.



Este artigo é meramente informativo e baseado em informações e pesquisas transmitidas por médicos. Caso tenhas algum problema de saúde, consulta um profissional de saúde. Cuidares de ti é importante.

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